Patrimônio da família Bolsonaro cresceu consideravelmente com a vida pública

Patrimônio da família Bolsonaro cresceu consideravelmente com a vida pública

Após a publicação de reportagem da Folha de S.Paulo que mostra o patrimônio imobiliário dele e de seus filhos políticos, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) publicou na tarde deste domingo (7) em seus perfis em redes sociais um link para uma postagem no "Blog Família Bolsonaro".

As informações são da Folha de São Paulo.

Segundo a reportagem, alguns desses imóveis foram registrados com preço de aquisição bem abaixo do valor de mercado.

A casa de R$ 400 mil foi vendida a Bolsonaro pela empresa Comunicativa-2003 Eventos, Promoções e Participações.

Querem tratar desigualmente uma suspeita de escamoteação do valor de um imóvel e a reforma de um sítio com dinheiro de empreiteira corrupta.

Entre os imóveis adquiridos pela família nos últimos dez anos, os dois principais estão em um condomínio na Barra, à beira-mar, na Avenida Lúcio Costa - um dos locais mais valorizados do Rio. Hoje, ele tem dois apartamentos e uma sala comercial, orçadas pela Prefeitura em R$ 4 milhões. Atualmente, a família possui, além dos imóveis, carros com valores entre R$ 45 e R$ 105 mil, um jet-ski e aplicações que somam R$ 1,7 milhão. Para se ter uma ideia, uma das compras foi realizada por um valor R$ 180 mil menor do que a proprietária anterior havia pago. Desde então, a sua única profissão é a política.

Descobriu que o deputado federal e os três filhos controlam imóveis avaliados em R$ 15 milhões em bairros nobres do Rio. A frase é de Jair Bolsonaro, em seu terceiro mandato de deputado, durante uma entrevista a um programa na TV Bandeirantes em 1999. Esse tipo de auxílio é feito para deputados que não ocupam apartamentos funcionais em Brasília. De acordo com um funcionário do prédio, Eduardo é visto semanalmente no edifício, o que comprova que os parlamentares utilizam o imóvel.

Bolsonaro optou receber o valor em espécie, sem necessidade de apresentação de qualquer recibo, mas nesse caso com desconto de 27,5% relativo a Imposto de Renda. O benefício pode ser recusado por parlamentares.